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Como evitar as ciladas dos supermercados



Quem me conhece, sabe que sou da minoria de consumidores que pesquisa sobre o produto, compara preços, lê a embalagem e a composição dos alimentos, além de olhar a tabela nutricional. É simples. Até no Código de Defesa do Consumidor, diz que o consumidor tem que ter o mínimo de conhecimento sobre o que compra.

Mas o que vemos hoje, é absurdo: Enquanto uma minoria, nós, consumimos conscientes do que estamos comprando e nos informamos mais, a grande maioria fica cada vez mais... BURRA. Sim, clientes, em maioria, são ignorantes, analfabetos funcionais. Todos? Deve ficar ofendidinho? Não. A não ser que a carapuça sirva. Eu disse que enquanto a minoria fica mais informada, a maioria SEQUER LÊ A P**** DO RÓTULO!

Ainda planejo uma postagem só pra falar desse tipo de "jemte" (tem alguns que ao comprar um brinquedo atocham pilhas AA no compartimento de bateria 9V, e levam para trocar!!! Para trocar! Ou pior ainda, alegar defeito quando simplesmente poderiam ter colocado em ON, ou retirado a lingueta de proteção das baterias!) Mas isso é para um futuro post.

O que venho alertar hoje, é sobre uma prática muito antiga nos supermercados. Aliás, vou falar não de uma, mas de várias práticas abusivas que correm soltas da quitandinha ao hipermercado mega ultra. E no final, um relato do que aconteceu hoje, e motivou-me a fazer esta postagem.

Congelados Descongelados:

Acontece mais em mercados pequenos. Para economizar energia, os freezers dos congelados são desligados de madrugada, e religados ao abrirem a loja. Isto economiza muito para os donos, sem se importarem com as recomendações dos fabricantes de "uma vez descongelado, NUNCA congelar novamente".
Como evitar: Verifique sempre o termostato dos freezers, e as condições do alimento. Caixas molhadas ou enrugadas significam degelo. Verifique se as batatas fritas congeladas estão durinhas, elas são uma boa medida pro resto do freezer.

Frango Gripado, ou Glacial:

Intimamente ligado à cilada acima. O frango ou outro congelado ensacado, pode estar em bom estado até, mas saiba que parte do peso que você vai pagar, é puro GELO.
O que acontece é que quando se descongela, entra água suja daquela nojeira do freezer na embalagem, dai congela novamente e vira uma pedra só.
O mercado ganha mais uma vez, na economia de energia e no dinheiro a mais cobrado pelo gelo.
Como evitar: Escolha bem o alimento, verifique a embalagem, faça um furinho para sair a água que tiver em excesso.
Lembre-se que uma vez o frango descongelado, é um ambiente ótimo para proliferação de SALMONELA.



Frios Surpresinha:

Pedaços já cortados e pesados de queijo, presunto, mortadela e afins são campeões de surpresas desagradáveis... Além de não ter um controle eficaz da data de validade, não se sabe se aquela peça foi manuseada ou embalada com higiene. Geralmente o plástico rasga e partes da mortadela ficam "queimadas" de gelo, ou esverdeadas. Sem contar que uma etiquetagem posterior com nova data de validade é muito fácil de se providenciar.
Como evitar: Peça para cortar o queijo na hora. É direito seu. Ou então verifique bem se a plastificação está correta e se a peça apresenta boa cara. Na dúvida, lembre-se que você é que vai comer aquilo.

Bandejão do Desatento Pão-Duro:

Comum nos mercados menores, temos as famosas bandejas com pontas de frios, como queijos, presuntos e diversos. Muita gente compra, toda feliz e confiante da economia. Mas só pergunto-lhe: Sabe de onde era, por onde andou e qual a validade de cada pedaço em particular? Um desses pedaços de presunto pode estar passado, ou aquela pontinha de queijo lá do fundo pode estar fora da validade, ou a mortadela do fundo pode estar embolorada...
Como evitar: Simples, não compre. Lembre-se que a economia de agora não vai compensar a ida ao hospital depois.



Validade Reciclável:

Essa é bem antiga. Simplesmente coloca-se a validade que bem entender naqueles produtos cuja embalagem é providenciada pela próprio mercado. Bandejas com alimentos, geralmente são as sobras, reembaladas e reetiquetadas. Fato: Ao ser indagada, uma funcionária falou que no momento que embalam, dão um prazo de validade. Independente da validade original daquele alimento. O mercado ganha com isso por não precisar abaixar o preço ou jogar fora.
Como evitar: Olhe bem o alimento, embalagem e etiqueta. Veja se a validade não está adulterada ou escrita por cima à caneta. Veja também se não é mais viável um produto com melhor procedência.

Onda Verde Poluída:

Esse é um golpe mais recente: Orgânicos geralmente têm uma procedência bem exposta, já que o preço deles é elevado. É como uma "grife alimentícia". Alimentos orgânicos, ou sem agrotóxicos são benéficos a sua saúde, mas o terror do bolso. Logo, se você encontrasse uma bandeja com... Por exemplo, uma brócoli com o rótulo da marca própria da empresa, mais em conta, você compraria? Pense bem, pois nada me tira a impressão de que o próprio mercado deve pegar esses legumes e verduras que sobraram ou alguns mais bonitinhos, embalam bem bonitinho e vendem pro ecobabaca (ecobabacas são a minoria), ou pra pessoa que acha a apresentação do produto melhor e mais higiênica, sem ter visto que foi o Seu Zé da Couve, o barrigudinho ranhento que catou a maçã de baixo da gôndola, raspou a sujeira no jaleco e embalou.
Como evitar: Claro que nem todo mercado deve fazer isso, mas uma boa dica é comprar de marcas famosas e fiscalizadas.

Escondidinho de Mofo:

Essa é bem antiga também. Esse golpe é armado mais em feiras, porém em mercados maiores também é popular: Consiste de pegar um lote, ou uma bandeja, colocar as frutas, pães, legumes ou frios de melhor aparência em cima e por baixo empurrar pra venda aqueles já em petição de miséria.
Teve uma cliente que comprou uma bandeja de queijo fatiado e surpresa! Tinha duas em bom estado por cima e por baixo queijo podre (no mal sentido, não o do queijo caro). Esse caso virou reclamação oficializada aqui.
Como evitar: Confira o produto, mesmo não tendo muito o que conferir, já que é lacrado... Vai mais da sorte então.

TÁSEMTIQUETA. ÉDIGRASSSA??///

Não, minha tia metida a engraçadinha, não é de graça. Bom, se colocar debaixo da roupa e passar pelo guarda, dai será de graça. Mas torço para que flagrem.
O que acontece é que com o passar do dia inevitavelmente alguma etiqueta descola ou é arrancada. Normal. Normal também é a loja não ter funcionários o suficiente. E mais normal ainda é pegar o produto e conferir o preço. Até aí, tudo bem. A não ser para a maioria dos consumidores que está cada vez mais idiota, daí ferra tudo.
Mas o que os mercados as vezes falham é na precificação. Erros do mercado são erros do mercado, não podendo ser atribuídos ao consumidor. Se o produto aumentou de preço e continua com a etiqueta antiga, vale o escrito na etiqueta, não o que tá no visor.
Se o produto estiver posicionado numa gôndola com preço menor, logo ele deve valer aquele preço menor. Claro que terá cliente que vai trocar a plaquinha, mas é só LER a etiqueta, com cuidado, afinal o preço pode mudar por causa do sabor de determinado alimento.
Como evitar: Sempre tenha certeza do quanto é cobrado por aquilo que coloca no carrinho. Procure as maquininhas verificadoras, e em último caso, um dos sofredores chamados funcionários. Sempre confira no visor, no momento que passar no caixa. Sempre. É seu direito mandar cancelar um produto.




Contrato Com o Diabo:

Ninguém lê as letrinhas miúdas. Fato. Muito menos a dona de casa que pega o encarte e vai toda boba aproveitar a promoção, mas ao chegar lá, ou na boca do caixa, é outra totalmente diferente. Mas o foco aqui é nas letrinhas miúdas.
Uma placa com o preço de um legume. Na placa, BEM GRANDE, por exemplo: "Jiló R$: 0,49". Chama a atenção. Mas quando prestamos maior atenção, olha lá! Letrinhas bem miudinhas, dizendo acima que é o preço a cada 100 gramas, e que o quilo, dããã, custa 4,90, abaixo.
Óbvio que é a mesma jogada das lojas de eletro que colocam só o preço da parcela. Mas me responda, quem vai comprar na feira ou no mercado, tá acostumado com o preço do QUILO na placa, não da fração. Ninguém compra medindo pela fração. Isso é pegadinha!
Como evitar: Chegue mais perto para ler as placas, preste atenção com ofertas muito tentadoras, na dúvida, confira com um funcionário, ou no encarte, onde fica um pouco mais explícito.

Produto Gasparzinho:

Você pega o encarte com uma megapromoção de garrafa de óleo de soja "Fulano" por... Sei lá, 1 real. Daí, ao chegar no mercado, o óleo Fulano acabou! Só tem o "Ciclano", por 1,35. Blé, diferença pouca, já que não tem Fulano, vai Ciclano... Já saí de casa mesmo.
Aí que eles ganham! Eles anunciam algo muito tentador no encarte, daí veem que o não tão barato tá encalhado. Logo eles pegam o mais barato e recolhem (ou deixa pouquinho em área) para impulsionar a venda do outro. Ora, eles já conseguiram metade da venda, que é você sair de casa e ir lá disposto a comprar, e provavelmente precisando do produto!
Como evitar: É bem interessante, já que no encarte diz que é "até data X ou acabar o estoque do produto". Mas nada impede, que (com educação e humildade, sempre, e com gentileza) peça ao funcionário que olhe se não tem mais do óleo Fulano no estoque. Geralmente já são mandados a dizer que não, ou por preguiça mesmo, mas não custa tentar. E tentar o "cadê o gerente? se não tem o Fulano, vou levar o Ciclano por 1 real então!" Vai que cola...

Erro na Matrix:

Acontece bastante, e é o motivo para ter postado.
Promoções que no anúncio são claras e objetivas, mas por algum erro na Matrix, mudaram completamente de forma.

Um exemplo que aconteceu ontem, quarta-feira, com minha mãe:

Eis o encarte válido até quinta, dia 15 (hoje):

(De pobre, porém limpinho. E sim, fotografei com uma banana.)

Sim, gente, é do Extra. Famoso pelas filas intermináveis por falta de caixa e outros inúmeros problemas, como infestação de baratas no Extra Rocha Miranda (se quiser, passo por lá só pra fotografar as baratinhas).

O caso é do Extra Pavuna, mas antes, vamos ao que diz o anúncio, bem claramente:

" Extra Vantagem - Molho de tomate Predilecta vários tipos - saché R$ 1,19 cada."

" A partir de 4 unidades, pague: R$: 0,89 cada".

Pergunta: Em algum lugar (e olha que procurei bem) tem escrito alguma regrinha para a promoção?

Pois bem, minha mãe ao passar no caixa, a caixa passou os 4 sachés por 1,19 cada. Daí minha mãe prestou atenção ao visor e reclamou na hora.

A operadora de caixa falou que para ter a promoção, deveriam ser os 4 sachés DO MESMO SABOR. (tá, que alguém vai comprar 4 molhos de tomate do mesmo sabor, sem variar, sei...) Pois o sistema só libera a promoção com 4 códigos de barra iguais e blá-blá-blá... Minha mãe logicamente não aceitou, e chamou a chefe de caixa. 

A chefe de caixa, ignorante e grossa, confirmou que deveriam ser 4 molhos iguais, desconsiderando o bom senso e o anúncio claro no encarte que estava com minha mãe o tempo todo!

No anúncio, diz claramente 4 unidades, sem nenhuma limitação, regra ou asterisco, sem dizer quais sabores participantes nem nada, somente 4 unidades. Logo, você pode comprar um de cada, e isso que eles querem vender. Querem vender um de cada por 1,19 e você pensar que tá comprando um de cada por 0,89.

Isso é indução ao erro, é muito sério e mereceu uma reclamação no ReclameAqui.

O despreparo e grosseria dos atendentes, aliado à fila que estava parada e o pessoal fazendo gracinhas gera pressão psicológica, dobrando o cliente a pagar a diferença ou desistir da compra, em alguns casos.

Depois de muito reclamar, a chefe de caixa cedeu e deu a diferença, sem antes chamar num outro caixa reservado, pois a notícia da promoção fajuta estava espalhando...

Depois de dar a diferença, que sendo 0,89 ou 890 reais, ainda é dinheiro e vale como dinheiro em qualquer lugar (experimenta pedir pra passar no ônibus faltando 89 centavos...), deixou o cupom fiscal RETIDO, segundo ela, para "comprovar o desconto depois", esquecendo que o cupom fiscal é a prova de compra e direito do consumidor.

Como evitar: Sempre tenha o encarte à mão ( e o da concorrência também, para o caso de cobrir alguma oferta. O encarte deve estar inteiro, sem faltar folhas). E sempre verifique o visor na boca do caixa. Não deixe te enrolarem. Não dê nenhum centavo a esses exploradores de funcionários e clientes.




Conhece alguma cilada que não citei aqui na postagem? Deixe seu comentário e vamos alertar o povo!
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Dia da Mulher Lutadora





Dar parabéns pelo dia da mulher, de forma vazia só pelo socialmente estabelecido? Não.
Parabenizar mulheres por terem nascido mulheres? Não faz sentido.
Parabenizar por sem lindas, graciosas ou sensíveis? Isso não é inerente de gênero!
Parabenizar por gerarem filhos? Isso é biológico!
Parabenizar por criarem os filhos? Mais uma coisa que não é inerente ao gênero!
Parabenizar por serem guerreiras e aguentarem dupla jornada de trabalho e condições indignas todos os dias? É o mesmo que parabenizar um escravo por aguentar orgulhoso as chicotadas!
Não estamos falando de "aniversário", onde damos os parabéns de forma automática, mas de uma data sem floreios ou mimos, sem cor-de-rosa por todo lado, que veio de duas origens: Uma é a origem já batida da fábrica têxtil que fora túmulo das operárias que lutavam por direitos. Outra é a origem debatida sobre as concepções socialistas e grupos femininos históricos na Rússia e EUA, com foco ao direito ao voto e liberdade financeira.
E ainda da conscientização do quadro da mulher no mercado de trabalho, na sociedade, do respeito que devemos à elas não como "damas", mas como seres vivos. Não são frágeis botões de rosa delicados, são seres vivos, humanas que devem ser tratadas como tais.

Devemos focar a atenção não em dar parabéns vazios e automáticos, mas repensar o que acontece no cenário mundial, o que AINDA acontece no cenário mundial, com tanta violência física, moral, sexual, mutilações, injustiças, depredações, expiações. Mais do que qualquer quantidade de rosas possa combater.

O que acontece é que damos os parabéns (nós homens) simplesmente pela expiação de nossas responsabilidades e/ou considerações emocionais. Cuidar da aparência, gerar filhos, criar filhos, aguentar trabalho ou ser sensível emocionalmente como dito no início, também, nós homens, podemos (e devemos)! E não simplesmente delegar isso como responsabilidade das mulheres e parabenizá-las como sustentadoras de comportamentos quais não teríamos mais que ter.

Damos parabéns pra coisas que não são o foco da data, e esquecemos de dar educação para que nossos filhos respeitem a mulher professora, ou denunciar o vizinho que bate na esposa, por exemplo...

Abaixo o "cavalheirismo", como forma de "machismo bonitinho", do qual muitas mulheres foram condicionadas a buscar, esquecendo que ao buscá-lo, fomenta sua dependência ao machismo.

Abaixo a alienação da mídia ou alienação religiosa, que querem dominar SUA mente e SEU corpo, com "não pensarás" e "não abortarás".

Abaixo ao conceito e ao ensinamento de que a mulher tem que ser "feminina", "delicadinha". Isso é engodo para a exploração e dependência, é alienação. ABAIXO A ALIENAÇÃO!

Então deixo meu parabéns às mulheres que LUTAM pelos seus direitos, que LUTAM contra o cavalheirismo e machismo e sexismo, que LUTAM pelas condições dignas tanto acadêmicas quanto profissionais, que LUTAM para ser o que querem ser e quem querem ser, que LUTAM contra toda retaliação social e preconceito por serem lésbicas, que LUTAM nas frentes de ativismo feminista, contra o especismo ou racismo, que LUTAM pelo seu corpo/mente/sexualidade, que LUTAM para que não esqueçamos o sentido deste dia, seja o da fábrica, seja o da revolução socialista feminina. Independente, LUTEMOS juntos, homens e mulheres, contra o sistema que nos cerca e morde a jugular, não uns contra os outros, como o sistema sexista deseja.

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Filme completo da Mafalda

Olá, a postagem de hoje será um filme que admito não saber que existia, mas que fiquei muito feliz por terem upado no YouTube.

É o longa-metragem da Mafalda! Divirtam-se!



E você? Já conhecia a Mafalda? O que acha de suas histórias? Os jovens de agora ainda conseguem apreciá-la? Responda nos comentários!
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Melhores links da semana (5)



Mais uma semana, mais uma lista da semana!!! Fique com os links mais interessantes de cada dia e cuidado com as cascas de banana...


Domingo: A falta que faz um amortecedor inercial
Segunda: Primeiras imagens de Star Trek 2 mostram Spock Uhura e o novo vilão
Terça: Marinha mais próxima do sonho da Railgun própria
Quarta: Vitória dos Nerds: senador desiste do projeto da Lei antigames!
Quinta: O curta Archetype virará longa metragem!
Sexta: Menino vive com gêmeo malformado na barriga por 7 anos na Índia
Sábado: Aprenda história com o NerdCast – um guia prático (ou não) (Apesar de não apreciar as piadas que parecem orquestradas e que se tirassem as gargalhadas cada episódio teria uns cinco minutos, reconheço que há sim bastante informação e curiosidades nos nerdcasts e que infelizmente é uma das raras pontes que ainda existem entre as novas gerações e algum conhecimento tradicional)

Especial: Os Três Porquinhos e as mídias modernas





Comercial da Guardian open journalism, sobre a influência das mídias nos acontecimentos, da interação do povo (ainda que beirando só o virtual) e como a imprensa pode mostrar a situação por outros pontos de vista. Agora o que mais interessa é o montante de interpretações que podemos tirar disso, como as manifestações virtuais que geralmente só causam efeitos virtuais, como a informação pode ser manipulada/controlada, etc... E você, o que acha de um mundo onde o jornalismo fosse aberto para todos?

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Melhores links da semana (4)

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Cerberus - Anti roubo Android versão full grátis (tempo limitado, CORRA!)

"Calma, pode colocar em português brasileiro também..."


Eu costumava usar o Android Lost, é grátis e completo, mas para quem quer algo mais prático e fácil de mexer, além da qualidade profissional de um apk pago, não deixe de aproveitar essa chance de ouro de economizar uma grana ativando o Cerberus.

Vou explicar: Como o aplicativo ganhou um prêmio do site Droid Police, a desenvolvedora deu um presente: Quem instalar o Cerberus e preencher o cadastro deles até o final deste mês vai ganhar uma versão paga. Sua conta free vai virar full. Pra sempre. Sem pagar nada. Bom né? O app em si é grátis, mas só dava pra testar por 7 dias. Fazendo o procedimento abaixo, ela fica full sem pagar nada.

Lembrando que é pra instalar e preencher o formulário ATÉ O FINAL DE FEVEREIRO!

Então vamos aos passos:

Baixe o Cerberus. Instale-o, fazendo o mini cadastro. Coloque o nome de usuário (vai ser preciso pra acessar o programa) e a password. Coloque um email verdadeiro, vai precisar.

Preencha o cadastro aqui, com o nome de usuário e o email. Eles vão responder que é só esperar dia 1º de março para eles ativarem sua conta full.

Vá para o site oficial do Cerberus, deixe nos favoritos pra acesso rápido e veja o quanto de coisas podemos fazer com ele!


Dicas iniciais de configuração: 

- Libere acesso administrativo e superuser (root) para ter acesso a mais opções.

- Vá ao configurador e libere para apagar memória e SD (talvez precise, né... Mas NÃO teste isso! Deixe pra quando for mesmo necessário. São os últimos recursos num roubo).

- (No mouse, é clique, no touch é...?) Dê uma "dedada" na opção para adicionar seu simcard como autorizado a trocar. Senão toda vez que vc trocar de chip vai receber um monte de sinalizações...

Gostou da dica? Tem algum programa de segurança que vale a pena citar? Deixe um comentário!
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Como trocar o ringtone do celular com Android



É uma dica muito simples, rápida, prática e indolor que se não me engano serve pra qualquer celular com Android. Pode parecer bobeira, mas tem gente que não sabe.

Simplesmente conecte seu aparelho ao PC ou então vá no menu interno mesmo e crie uma pasta na raiz do SD, chamada "notifications" (sem as aspas, tudo em minúsculas) e jogue os sons que deseja que virem toques tanto pra chamadas quanto sms lá.

Agora vá em configurações, sons, e na listagem de sons padrão estarão lá os arquivos adicionados na pasta que você criou. Pronto.

Para baixar ringtones de graça e sem pegadinhas, tem o Zedge, site muito bom para baixar ringtones e outras coisas. Tem de quase tudo, basta pesquisar. Baixei o tema do Frog do Chrono Trigger, Skyrim, Changeman, Metal Gear e até o Plantão da Globo (a musiquinha que causa cagaço em todo mundo).
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Games atuais e o fim do Game Over

Os jogos atuais são realmente fáceis, estão virando filmes interativos ou é tudo jogada de marketing?

Bom, nada mais justo que responder com uma breve olhada no ambiente que nos situamos. E como "old school gamer", começarei bem do princípio MESMO.

Era uma vez, há muito, muito tempo atrás...

Ah, sim, antes de mais nada, vale lembrar que estamos numa sociedade capitalista, ok? Tenha isso em mente. O único objetivo e sentido do capitalismo é dinheiro. Fim. Lembre-se disso até o fim da postagem.

Atenção: Sessão nostalgia.

Atari

Continuando... Há muito tempo, o sistema queridinho ( e meu primeiro) foi um Atari VG-2800. Não era o mais avançado (da Atari, afinal a Nintendo deu as caras aqui só depois), mas incomparavelmente mais popular no Brasil na época.

No Atari, tínhamos jogos de uma tela ou algumas interligadas, alguns sidescrollers, labirintos, plataformas... A dificuldade de programação e a limitação de recursos daquela plataforma foi sua glória e sua condenação: Com a falta de ferramentas, a força de vontade gera criatividade. E com novos sistemas surgindo naturalmente no progresso tecnológico, lógico que ficaria obsoleto.

Nos jogos de Atari, o que realmente diferenciava um do outro era a jogabilidade. Personagens eram bonecos de palito na maioria das vezes, não tínhamos enredos complicados, quiçá textos... O foco era diversão casual em jogos rápidos, acumulando pontos ou vendo até onde chegaríamos em níveis mais extremos de dificuldade. Certo que alguns jogos de Atari poderiam ser considerados infinitos, sem fim. Mas o fim estava na paciência do jogador, que dificilmente acabava, pois o foco, como já falei, era na diversão e jogabilidade.

" Quem nunca quebrou um controle em Decathlon?"

Tínhamos os jogos mais elaborados, geralmente os queridinhos, como River Raid, Sea Quest e " Um jogo que o policial corre atrás de um ladrão num Shopping Center" que esqueci o nome rs...
E também os favoritos...

Os meus eram:
"Um que tinha um esquimó que montava seu iglu pulando nas plaquinhas de gelo"
Sea Quest
"O tal jogo do pega-ladrão"
Hero
E.T (não.)

E claro que um monte de outros....

Mas voltando ao assunto, eles são clássicos, são jogos atemporais, têm foco naquilo que o cenário Indie Game tenta restaurar: A originalidade.

E eram formidavelmente difíceis. Strike 1, 2, 3... Fora! Simples assim. Acabavam-se as "vidas", acabava o jogo. Sem saves, continues, nada. Por isso a pontuação, para servir como um registro de "milhas de jogo" e comparativo entre jogadores. Parece meio imbecil falar de score numa época onde o marcador de pontos está cada vez mais sumido, mas sinceramente, qual a utilidade de algo assim agora?

Nintendo 8-Bits

Ah, o Nintendinho! Considero este o verdadeiro VG de entrada num ambiente comercial. Claro que tem o lado Master System da força, mas dane-se ele! Eu tive foi o Nintendinho!

Com gráficos que davam uma sova no Atari, vimos aqui uma definição bem clara do progresso nos jogos, principalmente os atuais: Gráficos cada vez melhores, puxar a atenção com brilhos e ouro e jóias. Ou: "vamos pintar a merda de dourado".

Não estou chamando os jogos de merda, mas... Bom, tinha que peneirar bastante. Com a popularização, a torrente de jogos lançados nem sempre era de boa qualidade.

E foi no Nintendinho que vimos os textos com mais ênfase. Tivemos RPGs, aventuras com enredo mais elaborado, um foco maior na história. Com dois botões (A e B), um pra iniciar e um pra selecionar (start e select) as possibilidades de jogabilidade diferenciadas eram enormes. Daí vieram pistolas e luvas e blablabla...

Não me lembro ao certo se o sistema de saves no cartucho começou no Nintendinho... Acho que sim. E também tínhamos as longas e chatas passwords. Tivemos Continues, Vidas extras, Cheats para facilitar a vida da molecada, saves, passwords, warpzones, etc...

Os jogos, alguns deles, já ficavam mais chamativos justamente pela possibilidade de um progresso e de continuá-lo. O "casual" do Atari, estava saindo de moda por uns tempos, e este foi o primeiro sinal.

No Nintendinho (leia-se ERA 8- BITs), como falei, surgiu a corrida dos gráficos, que por um lado impulsionou TODO O MERCADO internacional, pois para melhores gráficos, precisamos de melhores peças. E melhores video-games, que bla bla bla, já sabem a história.

E com muito mais a falar sobre o Nintendinho e seus jogos, mas nenhuma vontade de me prolongar na era 8bit, vamos à era 16-Bits.

Super Nintendo, ou a Era das Locadoras

Quando ganhei um Super Nintendo, minha primeira impressão (antes de ligá-lo) era: Uau, vou poder jogar todos esses jogos do fliperama TAL QUAL no fliperama! Rá! Ledo engano infanto-juvenil.

Sim, tínhamos uma penca de jogos diretamente dos arcades. Não, não tinha como portar um jogo fodasticamente pesado CPS-1 ou 2 ou os Neo-Geos (kkkkkk) num SNES!!!
Então tínhamos versões ou muito porquinhas ou até divertidas de alguns jogos...

Mortal Kombat sem sangue, Street Fighter Alpha/Zero 2 com uma travada MONSTRO antes das lutas...

Mas tínhamos jogos legais tbm.

Bom, na parte da dificuldade, agora temos: Password, Memória interna nos cartuchos, Saves diversos, Escolha de vidas iniciais, Continues iniciais, Cheats, GameGenies, Escolha de dificuldade... (lembrei que alguns pontos já existiam no Nes).

Entendam: Jogos muito difíceis não vendem tanto. Para aumentar o público pagante, as empresas deixam os jogos mais bonitos e mais fáceis, justamente para não frustrar o público.

Posso imaginar a alta cúpula: "Queremos vender mais e manter as pessoas jogando mais tempo. Jogos difíceis frustram a parcela maior do público e incentiva a menor. Mas a fatia menor do público gera menos indicações e menos lucros."

Bom, o foco desta postagem é a dificuldade dos games, então vamos passar pra era 32-Bit. Ah, mas antes, devo dizer que o Mega Drive era sim mais difícil, ora pela velocidade dos jogos, ora pelo fator MASQUEPORRATAACONTECENDONATELAAIMORRI!!!!1! Na minha opinião, os jogos não eram... hummm... "sólidos" na programação.

Playstation 1

Agora sim, depois do início da corrida dos gráficos e vendas iniciadas em 8bits, os avanços do 16bits, temos a GUERRAAAA dos gráficos dos 32bit.

Era uma guerra entre Sony, Nintendo e Sega...

Como falei, foco, foco, FOCO!

Temos aqui: Memory Cards, Passwords, GameSharks, Revistas e mais revistas, detonados de sempre por aí... Acho que naturalmente buscávamos furar a bolha da dificuldade dos jogos, afim de ver o final.

Isso mesmo! Mai do que nunca queríamos ver o FINAL dos jogos! Acabou a era dos jogos infinitos ou sem sentido/enredo/ continuidade para termos histórias bem mais complexas, elaboradas, aventuras amarradas, filminhos... Um monte de filmes! Tínhamos jogos que eram filmes interativos, e até filmes MESMO nos cds.

Pouco se inovava na jogabilidade e muito se investia no fator cineminha.

E acabou a sessão nostalgia!

Agora vamos falar dos jogos atuais.

Recentemente voltei ao cenário gamer, afinal, estou com um G42-371BR com 6gb de ram (uhul!) e decidi dar uma olhadinha por ai nos jogos.

O que achei? O que já achava há muito tempo e agora só foi cimentado! Os jogos estão cada vez mais fáceis simplesmente para prender mais o jogador não pelo desafio, mas para chegar até o final. O máximo que temos de desafio é algo secundário como acúmulo de alguma coisa.

Difícil de perder: Alguns jogos nem dá pra morrer. Alguns jogos são mais difíceis pra morrer que pra zerar.

Borderlands: 87 bazilhões de armas. Blé. São poucos tipos diferentes, muda apenas alguns % de ataque ou mira por aí... Quando sua barra de energia acaba, olha só, você não morre, você "sangra até la muerte"! E quando isso acontece, você continua atirando! E para "voltar à vida", é só matar alguma coisa! Ridículo! É até bom no comecinho, como um tutorial, mas depois no jogo, vc nota que cada chefe tem alguns capanguinhas fraquinhos justamente para vc não perder e ter que voltar a fase, se frustrar e desligar.
Ah, esqueci de dizer que se vc levar um tiro ou chegar numa área nova, é só olhar no radarzinho... Cada inimigo fica lá marcado, onde está e a distância. Assim como os objetivos. Isso é muito apelativo. É que nem Oblivion que só faltava pintar pegadas no chão pra vc seguir até o objetivo e... Ah sim, Skyrim.
Sem contar que em Borderlands, são tantos itens, tantas armas, tanto TUDO, que fica banal. Perde o interesse. O que poderia ser um jogo ótimo, ficou... Diluído, raso, fraquinho...

Mas eu poderia levar hooooras falando sobre como cada jogo atual imbecilizou cada chance de ouro de se tornar um BOM jogo realmente.

" Tem Dumb e é Game, nunca joguei, mas deve ser ótimo pros padrões atuais..."


Então temos um cenário bem formado aqui: Temos empresas que querem vender mais, e para isso, não podemos frustar os jogadores, senão vão desligar o video-game. Temos avanços gráficos, temos filmes, temos exemplos como God of War onde vc "assiste" a luta e aperta botões na hora certa. Isto é jogabilidade??? Tá, sim, é, mas não a que gostaríamos de ver difundida. Temos jogos que nos prendem como filmes interativos longos, temos uma mudança de conceitos onde a maioria de nós queremos gráficos cada vez melhores, dublagens, bla bla bla...

Resumindo: O cenário de jogos atuais aposta no raso e fácil e cinematográfico, porém pipocando de fogos coloridos e chamarizes. E sim, para as três perguntas no início da postagem. E chega de mimimi.

Deixei passar algum jogo? Comente aí embaixo e vamos bater um papo.
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Melhores links da semana (3)

Uooopa!

Voltando à tradição, trago uma lista com os links mais interessantes desta semana (era para ser postado ontem mas tudo bem):

Domingo: Toda a "Piratosfera" cabe em 90mb ( A internet inteira de arquivos torrent para baixar, cabe num pendrive - ou CD de camelô)

Segunda: Voltinha de tapete voador pela escola ( Só coloquei um vídeo assim na lista pq... Bom, me lembrou Pepa Filmes. Só que muito mais gay.)

Terça: Receita para fazer uma boa história ( Bem interessante para quem gosta de escrever, e para quem não conhece a receita, notar que por trás de maioria das histórias vai a receita quase toda em ordem...)

Quarta: Reconstrução do Japão após Tsunami durou 11 meses (Aqui no Brasil seria uma janela de tempo de 11 anos, vários administradores do dinheiro público, obras superfaturadas, lavagem de dinheiro, empreiteiras corruptas e obras estimadas em alguns porrilhões de reais...)

Quinta: 20 coisas para lembrá-lo que você está ficando velho ( Eu estou VELHO. E ainda consigo sentir o gosto do caramelo Nestlé só de lembrar...)

Sexta: Marchinhas de carnaval 2012 ( Repaginada nas marchinhas há tanto já batidas, Silvio Santos cantando.)

Sábado: O mistério na Pedra da Gávea ( Viva o lado cético da coisa. Também recomendo os podcasts do Escriba Café, podem começar pelo mais recente mesmo, que está ótimo. Só não curto a voz forçadamente soturna e sombria que ele faz na maioria dos pods, mas a qualidade é insuperável)

Especial: Remake de Rock'n Roll Racing 3D !!! (Esse especial vai para os gamers que conhecem este jogaço dos tempos do Super Nintendo)

-Chega de comer este lixo.
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Wikipedia offline grátis no Android


(Editado e reenviado pois o anterior não dava pra visualizar o conteúdo)


Esta dica é muito útil para quem tem qualquer aparelho Android, seja celular ou tablet, e queira acesso grátis e sem plano de dados para acessar a Wikipedia.

Para quem tem plano de dados, qualquer programa baixado pelo Market serve, afinal, será um "atalho" entre o celular e a Wiki na net, sem precisar de navegadores externos.

Mas para quem não tem plano de dados, ou prefere a praticidade de acessar em qualquer lugar toda a base de dados da enciclopédia virtual, vou ensinar como:

Você precisará de:

1- Celular Android (lógico). Preferível atualizar para as versões mais recentes do sistema operacional.
2- Os aplicativos (apps) Wikidroyd (com Y mesmo) e Contentdroyd. Baixe-os aqui.
3- A base de dados compactada dos artigos da Wikipedia. No nosso caso, pode ser a versão em português da Wikipedia, que tem 714mb e mais de 620.000 artigos, atualizada em 31/10/2010. Nada impede que baixe outras de outros idiomas e adicione à lista do banco de dados, mas visto que maioria dos cartões de memória desses celulares vêm com 2gb, separar 714mb para Wikipedia parece mais que suficiente.

Com os ingredientes à mão, vamos ao preparo:

1- Coloque os dois apps (Wikidroyd e Contentdroyd) no celular. Instale-os nesta ordem. Não abra-os, pois o primeiro vai ficar pedindo direto o segundo, e o segundo vai pedir direto alguma conexão pra baixar os dados. Logo, melhor é instalar e não abrí-los por enquanto.

2- Passe a base de dados ( Neste caso a Wiki em português) para o cartão SD do aparelho, dentro da pasta Wikidroyd E na pasta pt. CRIE A PASTA pt DENTRO DA PASTA WIKIDROYD. Ficará assim: "wikidroyd/pt/" e o arquivo dentro.

3- Abra o WikiDroyd já instalado e então aperte o botão de menu de opções e vá em "Downloads". Isso vai abrir o ContentDroyd.

4- Aperte novamente o botão de menu de opções na tela toda preta que aparecerá. Terá duas opções: Download e Local Files. Vá em Local Files.

5- Aparecerá uma lista com o seu banco de dados da wiki baixado, com 714mb. Basta selecioná-lo para instalar.

6- Recomendo, após estes passos e acabado o processo completamente, sair do programa, reiniciar o celular e então só depois abrir o Wikidroyd novamente, para configurá-lo ao seu gosto e começar a usar. Não é obrigatório, mas não custa nada, certo?


E pronto, agora você tem (quem sabe num atalho rápido?) a Wikipedia toda em português e totalmente offline no seu celular. Para consultas rápidas do dia-a-dia, por exemplo: Eu vi um jogo de tabuleiro novo na loja, o Rummikub, saquei o celular e pronto, entendi do que se tratava. Ou então para complementar informações sobre o livro (ótimo) que acabei de ler: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, daí já partirei para seu outro livro, Regresso ao Admirável Mundo Novo, além de descobrir referências e curiosidades.

Dica: Teve alguma dúvida durante a aula ou não teve tempo para fazer aquela pesquisa? Ou seus colegas de aula parecem animais descontrolados e não te deixaram prestar atenção? Complemente com a Wiki. Só não vale colar, quem sairá perdendo será só vc ;).
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Prevendo gastos em seu futuro gratuitamente



Atenção! Esta postagem voltou do limbo dos posts antigos para que conheçam a análise feita pelo site ceticismo.net sobre o vidente Tara. Sim, O Tara ( é um homem! chinês!): 


Pedido de vidência gratuita. Legal, né? Alguém que supostamente tem poderes para ver o seu futuro, resolver seus problemas e o melhor, trabalhará de graça para você. Acredita? Eu não.

E quem me conhece, sabe que não me deixo levar por essas coisas, principalmente tão descaradamente supostamente... "suspeitas".

Vou explicar: Vi num blog um anúncio de "Mapa Astral Personalizado Gratuito". OK!... Como bom cético, fiz o pedido só para ver o resultado, já esperando que seja condicionado a comprar algo ou gastar com algum "serviço".

Olha o anúncio:

"Receba seu Mapa Astral Pessoal grátis! Um estudo completo sobre você, sua personalidade e seu futuro."


Junto com uma imagem de carimbo "100% Grátis" e uma imagem de tema zodiacal e uns planetinhas...


Agora que vem a parte interessante...


Se você não tem poderes de clarividência, continue lendo.

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Temos uma vida e muitas escolhas. Não o contrário.

Sugiro assistir ao vídeo antes de ler a postagem. Clique em "CC" no player, para ativar as legendas em português caso esteja desativado.



Minha avó morreu nesta madrugada. Fato. Meu avô morreu alguns anos antes. Fato também. O que é fato comum aqui, não é a simples morte que todos encontram um dia, mas os caminhos trilhados. Não estou aqui para julgar post-mortem, seria injusto visto que não haveria direito de resposta. Mas posso comentar o lugar onde morreram: Uma cama de hospital público de baixa qualidade, mesmo com renda possível de adquirir um bom tratamento médico. E posso comentar que da mesma forma que há alguns anos meu avô se foi, a história repetiu-se hoje com minha avó: Numa cama de hospital sem condições, que infelizmente maioria da população encara todos os dias. Ela foi melhor que alguém para não merecer tratos públicos de saúde? Não. Apenas, assim como meu avô, teve condições plenas de manter um ótimo plano de saúde.

O que aconteceu, e que não seria de bom tom entrar em detalhes, é que o ambiente e as pessoas que a cercavam, em maioria, deixaram levar-se pela ganância, e repetiram com ela a história que aconteceu anos antes, com meu avô. E não adiantaram esforços de um ou outro melhor intencionado, num ambiente assim. Lembre-se que "em terra de tortos, o direito é errado".

O foco não está aí.

O motivo desta postagem é falar sobre as decisões que tomamos na vida, a cada segundo. A vida é uma só, e por ser única, por nunca mais voltarmos o segundo anterior e a cada segundo estarmos mais próximos do fim, é que torna-a tão mais bonita e respeitável do que quando a banaliza. Tanto meu avô, que trilhou um caminho de decisões não-tão-mais-acertadas na vida, e que, também com condições plenas de ter um fim de vida muito mais feliz e tranquilo, acabou por ser literalmente devorado. Teve a vida sugada não só em bens mas na própria essência. Assim como minha avó, ultimamente. Infelizmente.

Não foram as melhores e mais prudentes ou as mais benévolas e solidárias pessoas, de fato, mas independente de serem meus avós ou de terem tudo para um fim diferente -e mais tranquilo- que tiveram, foram, assim como a gente, consequências de suas escolhas.

Eu poderia ter dito "vítimas" de suas escolhas. Preferi pensar que não somos vítimas, mas sim "modificadores". Nós modificamos tudo a nossa volta, começando por dentro e como num laguinho acertado por uma pedra, formamos ondas que modificam em algum grau tudo que nos cerca. Somos Modificadores ao mesmo tempo que vivemos as Consequências de nossos atos. Todo o tempo, a vida toda.

Eles sofreram no fim da vida as consequências de uma vida de escolhas, e o saldo para eles não foi lá tão agradável. No fim da vida, ambos, deixaram de escolher, deixaram de modificar, deixaram-se viver sob as decisões de próximos, que por fim não eram as melhores decisões possíveis. Acredito que minha avó não morreu neste dia, mas um tanto antes, quando desistiu de ser um agente modificador de sua própria realidade para se tornar um corpo que vive, somente. E um corpo que vive somente é um corpo que morre somente.

Ambos escolheram estar exatamente onde estiveram antes de morrer. Tiveram condições para viver a vida que quiseram, tiveram o direito de escolha que por muitas vezes é tirado da maioria.

Esta postagem fica em homenagem a ambos, que merecendo ou não - e isso não importa - deixaram um exemplo muito claro de vida, sobre como devemos atentar para as escolhas, sobre como usamos nosso tempo e (nesta sociedade capitalista) nosso dinheiro, nossas posses. Como devemos cultivar nossos amigos, nossa família, como devemos tomar cuidado com nossos bens e com a ganância -nossa e dos próximos- que pode destruir tudo. Exemplos não são só bonitinhos. Fica em homenagem aos exemplos do que tomar cuidado, exemplo do que pode acontecer quando você perde as rédeas de sua vida. Exemplo para ter um olhar mais atento ao futuro.

"Sempre olhar pra trás e aprender com nossas ações, sempre olhar pros lados e saber quem segura nossas mãos, sempre olhar pra frente traçando metas e destinos, para baixo a ver os necessitados e ajudá-los a levantarem-se, e de quebra dar uma olhadinha pra cima pra ver se não tem nenhum urubú ou abutre sobrevoando."


"Um elefante adulto pode simplesmente arrebentar a corrente que o circo põe-lhe à pata, mas o elefante cresceu com a corrente ali desde filhote. Acostumou-se a saber que não poderia quebrá-la, e desistiu de tentar."

Termino com o título: "Temos uma vida e muitas escolhas. Não o contrário." E que me perdoem aqueles que pensam ter vindo ou estar indo de/para várias vidas, e vive num antigo trilho fixo para morte.
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Bizarrice Japonesa: Princesas versus Abelhinhas.



         
E eu aqui achando que já vi de tudo...
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FAIL: Preços De/Por e os bombons de 17 reais


Canso de falar que só idiota acredita nos preços "De:" que as lojas lançam por aí... É simples calcular o real preço "De:" : Aí na loja da foto, custa 5,99. Se no concorrente tbm estiver 5,99, pronto! Descobriu o preço "De:". Daí, se no terceiro ou quarto concorrente vc encontrar por 3,99, boa! Economizaria 2 reais, comprando um produto De: R$ 5,99 Por: 3,99!

É que nem acreditar que um PS2 custava R$ 999.99 normalmente e na promoção benevolente maluca do patrão louco da loja boazinha, sai por apenas 399.99(bloqueado, com só um controle e um jogo)...

Costumo dizer que existe três faixas de preços:

1- Para leigos ( O famoso "De/Por" na foto).
2- Preço médio real ( A pessoa faz uma breve pesquisa mas nada profunda, nem sobre o produto atender suas necessidades ou sobre alternativas).
3- Para pechincheiros (quem pesquisa na internet e usa cupons de desconto ou em lojas físicas e aproveita as oportunidades, como queimas de estoque ou eventos que baixam os preços realmente).
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Wikipedia grátis offline no celular Android


Esta dica é muito útil para quem tem qualquer aparelho Android, seja celular ou tablet, e queira acesso grátis e sem plano de dados para acessar a Wikipedia.

Para quem tem plano de dados, qualquer programa baixado pelo Market serve, afinal, será um "atalho" entre o celular e a Wiki na net, sem precisar de navegadores externos.

Mas para quem não tem plano de dados, ou prefere a praticidade de acessar em qualquer lugar toda a base de dados da enciclopédia virtual, vou ensinar como:

Você precisará de:

1- Celular Android (lógico). Preferível atualizar para as versões mais recentes do sistema operacional.
2- Os aplicativos (apps) Wikidroyd (com Y mesmo) e Contentdroyd. Baixe-os aqui.
3- A base de dados compactada dos artigos da Wikipedia. No nosso caso, pode ser a versão em português da Wikipedia, que tem 714mb e mais de 620.000 artigos, atualizada em 31/10/2010. Nada impede que baixe outras de outros idiomas e adicione à lista do banco de dados, mas visto que maioria dos cartões de memória desses celulares vêm com 2gb, separar 714mb para Wikipedia parece mais que suficiente.

Com os ingredientes à mão, vamos ao preparo:

1- Coloque os dois apps (Wikidroyd e Contentdroyd) no celular. Instale-os nesta ordem. Não abra-os, pois o primeiro vai ficar pedindo direto o segundo, e o segundo vai pedir direto alguma conexão pra baixar os dados. Logo, melhor é instalar e não abrí-los por enquanto.

2- Passe a base de dados ( Neste caso a Wiki em português) para o cartão SD do aparelho, dentro da pasta Wikidroyd E na pasta pt. CRIE A PASTA pt DENTRO DA PASTA WIKIDROYD. Ficará assim: "wikidroyd/pt/" e o arquivo dentro.

3- Abra o WikiDroyd já instalado e então aperte o botão de menu de opções e vá em "Downloads". Isso vai abrir o ContentDroyd.

4- Aperte novamente o botão de menu de opções na tela toda preta que aparecerá. Terá duas opções: Download e Local Files. Vá em Local Files.

5- Aparecerá uma lista com o seu banco de dados da wiki baixado, com 714mb. Basta selecioná-lo para instalar.

6- Recomendo, após estes passos e acabado o processo completamente, sair do programa, reiniciar o celular e então só depois abrir o Wikidroyd novamente, para configurá-lo ao seu gosto e começar a usar. Não é obrigatório, mas não custa nada, certo?


E pronto, agora você tem (quem sabe num atalho rápido?) a Wikipedia toda em português e totalmente offline no seu celular. Para consultas rápidas do dia-a-dia, por exemplo: Eu vi um jogo de tabuleiro novo na loja, o Rummikub, saquei o celular e pronto, entendi do que se tratava. Ou então para complementar informações sobre o livro (ótimo) que acabei de ler: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, daí já partirei para seu outro livro, Regresso ao Admirável Mundo Novo, além de descobrir referências e curiosidades.

Dica: Teve alguma dúvida durante a aula ou não teve tempo para fazer aquela pesquisa? Ou seus colegas de aula parecem animais descontrolados e não te deixaram prestar atenção? Complemente com a Wiki. Só não vale colar, quem sairá perdendo será só vc ;).
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